Instituto de Ciência Política - IPOL

GIPP

Grupo de Pesquisa sobre Instituições e Políticas Públicas

O GIPP - Grupo de Pesquisa sobre Instituições e Políticas Públicas é formado por professores e alunos do Instituto de Ciência Política, assim como de outros programas de pós-graduação da Universidade de Brasília e de outras instituições de ensino e pesquisa no Brasil e no exterior.

 

O objetivo do GIPP é desenvolver atividades de pesquisa, ensino e extensão sobre temas relacionados às instituições políticas, econômicas e sociais e os processos de formação, implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas. Com esse intuito, o grupo desenvolve pesquisas fundamentadas em diferentes abordagens epistemológicas, estimula a elaboração de artigos, dissertações e teses, promove encontros acadêmicos e incentiva a participação de seus pesquisadores em eventos científicos no Brasil e no exterior.

 

O GIPP é liderado pelo Professor Paulo Calmon do Instituto de Ciência Política.

 

O GIPP é um grupo de pesquisa certificado pela UnB e pelo CNPq. O site do GIPP no diretório de grupos de pesquisa do CNPq é http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0240602Q0T2AJV. Lá você poderá encontrar uma lista atualizada dos mais de 30 pesquisadores do GIPP que incluem membros do corpo docente e discente da UnB.

 

Atualmente, o GIPP realiza quatro linhas de pesquisa sobre temas relacionados à área de políticas públicas e instituições. Essas linhas de pesquisa são desenvolvidas mediante o LAPPLaboratório de Análise de Políticas Públicas do Centro de Estudos Avançados de Governo e Administração Pública da UnB (CEAG/UnB). O LAPP foi criado em 2007 com intuito de apoiar as atividades na área de análise de políticas públicas sendo desenvolvidas na UnB. Maiores informações sobre o LAPP e o CEAG/UnB podem ser obtidas no endereço www.ceag.unb.br.

 

Segue abaixo uma breve descrição das linhas de pesquisa desenvolvidas pelo GIPP.

 

Linha 1 – Bases Institucionais da Política Econômica

Objetivos: Descrever, analisar e compreender os processos e mecanismos subjacentes aos seguintes tópicos: (i) relação entre instituições políticas e econômicas nas decisões sobre política fiscal e política monetária; (ii) financiamento das políticas públicas; (iii) influência do Poder Legislativo e do Poder Judiciário nas decisões sobre política econômica no Brasil; (iv) economia política do desenvolvimento.

 

Linha 2 – Democracia, Governança e Dinâmica Institucional

Objetivos: Identificar, classificar, estudar, analisar, compreender os seguintes aspectos: (i) características e propriedades das diferentes estruturas de governança das políticas públicas; (ii) processos de mudança institucional envolvendo as políticas públicas; (iii) estratégias de intervenção nas estruturas de governança das políticas públicas voltadas para a geração de processos de aprendizagem organizacional, promoção da governabilidade democrática, redução das desigualdades e melhoria das condições sociais. Analisar questões emergentes de políticas públicas sob a ótica da filosofia política contemporânea.

 

Linha 3 – Modelos e Estratégias Empíricas para Análise de Políticas Públicas

Objetivos: Propor, integrar e desenvolver novos modelos analíticos e novos instrumentos, indicadores e medidas para o planejamento, gestão e avaliação de programas governamentais, especialmente nas áreas de educação, saúde, transferência de renda e programas voltados para a redução das desigualdades categóricas e promoção de direitos.

 

Linha 4 – Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I)

Objetivos:  Avaliação e gestão de políticas públicas de C,T&I. Desenvolvimento de metodologias de prospecção tecnológica e formulação de indicadores para a área de ciência e tecnologia. Relação entre políticas de CT&I e as demais políticas públicas no Brasil. Política de inovação no setor público brasileiro.

 

Contato:

Paulo Calmon (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. )

Marcel Pedroso (O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.


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LAPCIPP

A Proposta

LAPCIPP é uma iniciativa capitaneada por professores do Programa de Pós‐Graduação em Ciência Política membros das linhas de pesquisa “Representação E Comportamento Político”, “Instituições e Atores”, e “Estado, Economia e Políticas Públicas”.

A equipe do laboratório também conta com docentes e pesquisadores de outras pós‐graduações da UnB, além de participantes de instituições parceiras como o IPEA e Câmara dos Deputados.

Um objetivo expresso do Laboratório é criar oportunidades para a integração de alunos de graduação e pós‐graduação na prática da pesquisa e criar um espaço de interação entre docentes e discentes. Nesse sentido, listamos abaixo alunos de pós‐graduação que se beneficiarão da proposta e deixamos claro que haverá um grande esforço de incorporação de alunos de graduação nas atividades do laboratório.

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DEMODÊ

Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades - Demodê - reúne pesquisadores e estudantes da Universidade de Brasília que se dedicam a investigar as implicações da convivência entre, por um lado, regras democráticas de gestão da organização política e, por outro, profundas desigualdades sociais. As atividades do Grupo contemplam a reflexão teórica e a pesquisa empírica.

Criado em 2001 com o nome Grupo de Pesquisa "Democracia e Democratização", foi rebatizado em 2011. Hoje, o Demodê é coordenado por Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli. Seu trabalho se organiza em quatro linhas de pesquisa principais:

Democracia e gênero.
Democracia e capitalismo.
Democracia e informação.
Democracia e desigualdade racial.

As análises desenvolvidas no âmbito do Grupo partem da constatação de que democracia desfruta de enorme prestígio no discurso político contemporâneo. É um valor reivindicado por todos os lados em disputa, é o horizonte normativo indiscutível de qualquer forma de organização política. Tamanho consenso esconde uma profunda divergência quanto ao sentido da democracia: como é comum em relação a palavras que se tornam objeto de controvérsia política, os diferentes grupos empenhados em ostentar o rótulo promovem sua ressemantização, adequando seu significado aos interesses que defendem.

Não apenas o significado da democracia é polêmico, como convivemos com uma contradição patente entre seu sentido abstrato ou normativo mais corrente (o “governo do povo”) e as manifestações empíricas geralmente aceitas (os regimes eleitorais). O fato é que toda a idéia de democracia é, hoje, controversa; e essa situação não deve ser vista como passageira ou contingente. É um efeito de seu valor nas disputas políticas contemporâneas.

Uma parte significativa das dificuldades com o conceito de democracia advém do fato de que tentamos conciliar uma sociedade desigual com um ideal político que se funda na igualdade. A experiência grega, que nos legou a palavra e, em boa medida, também o imaginário associado à democracia, excluía os “diferentes” da esfera pública. Mulheres, escravos e metecos, além das crianças, não integravam a pólis. Os regimes contemporâneos, pelo contrário, são formalmente inclusivos. Décadas de lutas por direitos políticos retiraram as barreiras legais que impediam o acesso de trabalhadores, mulheres, minorias raciais e outros grupos em posição subalterna aos espaços de poder. A inclusão - que corresponde ao aspecto mais valioso da ordem política liberal - gera desafios para a prática da democracia e também para sua teoria.

A resposta que as correntes hegemônicas da teoria democrática dão a esses desafios passa pelo isolamento entre o mundo social e os direitos políticos - na esfera política, as desigualdades seriam colocadas “entre parênteses” e só teriam vigência os direitos que, sendo formalmente iguais, a todos igualam. No entanto, tal resposta é insuficiente. As desigualdades transbordam para o universo da política e os integrantes dos grupos subalternos possuem menos capacidade de intervenção, seja porque lhes faltam os recursos materiais, a começar pelo tempo livre, seja porque são marcados simbolicamente como alheios ao espaço da política.

Esse conjunto de questões baliza as pesquisas do Demodê, tanto na discussão teórica quanto em abordagens de caráter mais empírico.


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RESOCIE

O Grupo de Pesquisa Repensando as Relações entre Sociedade e Estado se dedica ao estudo do papel de atores da sociedade, em sua interação com o Estado, na construção de instituições e na formulação e implementação de políticas públicas, tanto por meio de arenas formais quanto de outros canais. Entre os espaços e articulações pesquisadas estão as instituições participativas; sistemas de deliberação; processos de negociação de conflitos e de formulação e implementação de políticas; as relações entre burocratas e movimentos sociais, entre outros temas.

 

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Projetos de pesquisa atuais

  •  "Internet em Movimento": pesquisa analisa os impactos dos usos de novas tecnologias digitais no ativismo, nas formas de organização coletiva e na qualidade dos debates políticos. Entre os estudos de caso sendo realizados no âmbito deste projeto, estão o movimento estudantil no Chile e as mobilizações contra e a favor do impeachment de Dilma Rousseff no Brasil.

 

  • "Atravessando Fronteiras  entre Estado e sociedade: Redes de ativismo e as Grandes Obras da Amazônia": Examina o papel de atores da sociedade civil em políticas ambientais. Financiamento: CNPq
 
  • “Redes ambientais no Estado e na Sociedade: Uma visão comparativa do Cone Sul”:  Uma comparação entre as políticas ambientais de Argentina, Brasil e Chile. Financiamento: Fundação Ford / Ministério da Educação da Argentina (em parceria com a Universidade Nacional de San Martin, Argentina)
 
  • “Representação da sociedade civil: a interação das arenas deliberativas nacionais de Assistência Social”: tem o objetivo de avaliar em que medida as instituições participativas nesta área de política se articulam de modo a produzir decisões mais legítimas e representativas. Financiamento: CNPq
 
  • “Articulação de arenas deliberativas e representação política: o caso dos conselhos de saúde e assistência social no Brasil”: tem o objetivo de avaliar a articulação entre a deliberação dos conselhos nacionais de saúde e assistência social e os resultados das conferências nacionais, nas respectivas áreas. Financiamento: DPP/UnB

 

Professores participantes

  • Rebecca Neaera Abers, UnB - Academia.edu - Lattes
  • Debora Cristina Rezende de Almeida, UnB - Lattes
  • Marisa von Bülow, UnB/PUC Chile - Lattes
  • Ricardo Gutierrez, UNSAM, Argentina

 

Alunos De Pós Graduação

  • Ana Karine Pereira - Lattes
  • Clóvis Henrique Leite de Souza - Lattes
  • Igor Dias Marques Ribas Brandão - Lattes
  • Jackson Silvano de Toni - Lattes
  • João Elias de Oliveira Costa Sobrinho - Lattes
  • Paula Pompeu Fiúza Lima - Lattes
  • Luis Henrique Vilaça
  • Ariadne Santiago
  • Alexandre Gomes
  • Tayane Dias
  • Kimblerly Gabriella

 

Alunos De Graduação

  • Emanuella Bandeira Albuquerque
  • Gabriela Silva
  • Rodrigo Dias
  • Pedro Aberlin

Banco de Dados

 

A equipe do Resocie disponibiliza os seguintes bancos de dados, relativos à pesquisa sobre os usos da Internet pelo movimento estudantil chileno (2011-2016), coordenados pela Professora Marisa von Bülow, com apoio do Fondecyt (Ministério da Educação do Chile):

Retweets de maior alcance do movimento estudantil chileno, contas selecionadas, 2011-2013
Baixe AQUI

Menções de líderes e organizações no Twitter durante semanas de protesto, 2013

 

 

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